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Influenza A em alta: o que você precisa saber para se proteger

Com o aumento de casos de Influenza A e outras doenças respiratórias, saiba como proteger sua saúde respiratória

Com a chegada das estações mais frias, o Brasil enfrenta uma crescente preocupação com doenças respiratórias — em especial com a Influenza A. Segundo o Ministério da Saúde, a gripe já é responsável por 72,5% dos óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) em 2025.

Atualmente, Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) e hospitais em diversas regiões estão operando acima da capacidade, com destaque para o aumento de internações por bronquiolite e gripe em crianças e idosos.

Neste cenário, manter-se informado é essencial para a prevenção e cuidados adequados. Este artigo foi preparado para que você entenda melhor a Influenza, seus impactos, como se prevenir eficazmente e a importância de estar preparado, inclusive com o suporte de um bom plano de saúde.

Leia também: Quais as doenças mais comuns no inverno?

O que é a Influenza A?

A Influenza A é um dos tipos de vírus causadores da gripe, uma infecção viral aguda que afeta o sistema respiratório. Além disso, é altamente contagiosa e pode provocar desde sintomas leves até complicações graves, como pneumonia e SRAG.

Principais sintomas da Influenza A

  • Febre alta (geralmente acima de 38°C)
  • Dor no corpo e nas articulações
  • Dor de cabeça intensa
  • Tosse seca
  • Dor de garganta
  • Cansaço e fraqueza
  • Coriza ou nariz entupido
  • Calafrios
  • Em casos mais graves: dificuldade para respirar e saturação baixa

Em crianças, além desses sintomas, podem ocorrer vômitos e diarreia. Por isso, é fundamental diferenciar a gripe de um resfriado comum, que geralmente apresenta sintomas mais brandos e não inclui febre alta ou dores musculares intensas.

Grupos de risco

Lista de grupos de risco para doenças respiratórias, com fundo azul e ícones de vírus: crianças menores de 5 anos, idosos com 60 anos ou mais, gestantes e puérperas, pessoas com doenças crônicas e pacientes imunossuprimidos.

Outras doenças respiratórias comuns no outono e inverno

O período mais frio do ano é propício para a proliferação de diversos agentes infecciosos que afetam o sistema respiratório. Conhecer as principais doenças ajuda na identificação e busca por tratamento adequado.

  • Resfriado Comum: causado por diversos tipos de vírus, o resfriado é geralmente mais leve que a gripe. Os sintomas incluem coriza, espirros, tosse leve e, ocasionalmente, febre baixa.
  • Bronquiolite: muito comum em bebês e crianças pequenas, a bronquiolite é uma inflamação dos bronquíolos. Os sintomas incluem chiado no peito, tosse persistente, dificuldade para respirar e febre.
  • Pneumonia: a pneumonia é uma infecção que inflama os sacos aéreos em um ou ambos os pulmões, que podem se encher de líquido. Pode ser causada por vírus, bactérias ou fungos e, frequentemente, surge como uma complicação da gripe ou outras infecções respiratórias. É uma condição grave que exige tratamento médico imediato.
  • Rinite e Sinusite: embora muitas vezes de fundo alérgico, as crises de rinite e sinusite podem ser exacerbadas ou complicadas por infecções virais. Os sintomas incluem congestão nasal, dor facial, dor de cabeça e secreção nasal.

Leia também: Mitos e verdades da pneumonia: o que você precisa saber

Como prevenir a Influenza A e outras doenças respiratórias?

– Vacinação: a principal forma de prevenção contra a Influenza A é a vacinação anual, disponibilizada gratuitamente pelo SUS para os grupos prioritários e também está disponível na rede particular. A vacinação reduz significativamente o risco de adoecimento, complicações, hospitalizações e óbitos. Dica da Affix: consulte a unidade de saúde mais próxima e vacine-se!

– Higiene e cuidados pessoais

  • Lave as mãos com frequência
  • Use álcool em gel
  • Cubra o nariz e boca ao espirrar ou tossir
  • Evite locais fechados e aglomerados

– Estilo de vida saudável: uma dieta rica em frutas, vegetais, grãos integrais e proteínas ajuda a fortalecer o sistema imunológico. Além disso, hidratação adequada, prática de exercícios físicos e sono de qualidade também ajudam a imunidade.

Leia também: Dieta para hipertensão – o que comer e o que evitar

Quando procurar ajuda médica?

Se os sintomas forem persistentes ou se houver sinais de agravamento, como:

  • Falta de ar
  • Febre acima de 39°C por mais de 3 dias
  • Dores intensas no corpo ou tórax
  • Desidratação (especialmente em crianças)

É importante procurar atendimento médico imediato. O diagnóstico precoce pode evitar complicações graves.

A importância de um plano de saúde no combate às doenças respiratórias

Em momentos de surtos respiratórios, ter um plano de saúde facilita o acesso rápido a médicos, exames e internações.  Com ele, você pode ter tranquilidade extra quando se trata de doenças.

Na Affix, entendemos a importância de cuidar da saúde. Somos uma das maiores administradoras de benefícios do mercado, presentes em 22 regiões do país. Nós nos preocupamos em entender a sua necessidade, do início ao fim, trazendo soluções em planos de saúde e odontológico de acordo com você e sua família.

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Você já ouviu falar em Maio Roxo?

Maio Roxo é um mês dedicado à conscientização sobre as doenças inflamatórias intestinais, como a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa. Saiba mais!

Maio Roxo é uma campanha de conscientização sobre as Doenças Inflamatórias Intestinais (DII). Esse mês visa chamar a atenção para os desafios enfrentados por milhões de pessoas ao redor do mundo, destacando a importância do diagnóstico precoce, tratamentos adequados e apoio emocional.

De acordo com a Sociedade Brasileira de Coloproctologia (SBCP), as DIIs afetam mais de cinco milhões de pessoas no mundo e, no Brasil, são cerca de 100 diagnósticos para cada 100 mil habitantes.

O que são as Doenças Inflamatórias Intestinais?

As principais DII incluem a doença de Crohn e a retocolite ulcerativa:

Doença de Crohn: é a DII mais incidente e pode afetar qualquer parte do sistema digestivo, desde a boca até o ânus

Retocolite ulcerativa: considerada a DII mais preocupante, essa doença é caracterizada pela inflamação crônica do cólon e do reto.

Essas doenças podem ser desafiadoras para diagnosticar e gerenciar, e muitas vezes requerem tratamento ao longo da vida, pois não tem cura. Adolescentes e jovens adultos são os mais afetados.

Leia também: Quais as doenças mais comuns no outono?

Sintomas

As DII afetam o trato gastrointestinal e podem causar uma variedade de sintomas, incluindo:

  • dor ou cólica abdominal;
  • diarreia crônica;
  • urgência para evacuar;
  • sangramento retal;
  • perda de peso e fadiga.

Diagnóstico

Por não apresentarem sintomas específicos, o diagnóstico das doenças inflamatórias intestinais necessita de exames complementares. Como exemplo, os exames endoscópicos, representados pela colonoscopia, enteroscopia ou endoscopia digestiva alta; associados aos imaginológicos (enterotomografia ou enteroressonância), e ao estudo histológico de biópsias endoscópicas ou de peças cirúrgicas.

Outros exames laboratoriais, como hemograma, proteína C reativa e dosagem da calprotectina fecal, também podem ser úteis na identificação das DII.

Leia também: Doação de sangue: tudo o que você precisa saber

Tratamento

A alimentação desempenha um papel crucial no tratamento das Doenças Inflamatórias Intestinais. Manter bons hábitos alimentares podem evitar crises, prevenir a progressão da doença e manter a remissão. A dieta deve ser personalizada de acordo com a condição e o estado do paciente, sendo guiada por uma equipe multidisciplinar que inclui médicos e nutricionistas.

Além disso, o gerenciamento da doença requer uma abordagem abrangente, envolvendo medicamentos, mudanças no estilo de vida, consultas regulares ao médico e, se necessário, intervenções cirúrgicas.

Prevenção

Alguns cuidados para evitar o desenvolvimento de doenças inflamatórias:

  • Manter uma alimentação saudável;
  • Beber muita água;
  • Mastigar bem durante as refeições;
  • Evitar o uso de laxantes;
  • Reduzir a ingestão de alimentos processados;
  • Praticar atividades físicas;
  • Evitar o estresse.

Março Lilás: como prevenir o câncer de colo de útero e quais sintomas?

A campanha Março Lilás visa conscientizar a população feminina sobre essa parte do corpo essencial para a saúde reprodutiva das mulheres

O câncer de colo uterino é o terceiro mais frequente entre a população feminina no Brasil e a quarta causa de morte de mulheres segundo o Ministério da Saúde. A campanha Março Lilás busca conscientizar a população sobre o tema e ajudar no enfrentamento da doença que afeta, principalmente, mulheres com mais de 25 anos. Além disso, é importante que a população feminina saiba as principais formas de cuidados e prevenção.

HPV

O câncer de colo de útero é provocado pelo Papilomavírus Humano – HPV. A infecção genital por esses vírus é muito frequente e na maioria das vezes não evolui para doenças, exceto se há infecção persistente. O HPV é sexualmente transmissível e pode causar lesões na vagina, colo do útero, pênis e ânus.

Em alguns casos, ocorrem alterações celulares que podem evoluir para o câncer. Essas alterações são descobertas facilmente no exame preventivo e são curáveis na maioria dos casos. Por isso, é importante a realização periódica do exame.

Leia também: Como incluir exercício físico na sua rotina

Sintomas

O câncer do colo de útero é uma doença de desenvolvimento lento, que geralmente não apresenta sintomas na fase inicial. Portanto, a paciente permanece assintomática até que a doença comece a agredir tecidos próximos. Contudo, quando isso acontece, os sintomas mais comuns são:

  • Sangramento vaginal anormal.
  • Sangramento menstrual mais prolongado que o habitual.
  • Secreção vaginal incomum, com um pouco de sangue.
  • Sangramento após a menopausa.
  • Sangramento após a relação sexual.
  • Dor durante a relação sexual.
  • Dor na região pélvica.

Em casos de doença avançada os sinais podem incluir:

  • Inchaço das pernas.
  • Problemas ao urinar ou evacuar.
  • Sangue na urina.

Se algum desses sinais ou sintomas surgirem, a paciente deve consultar um ginecologista imediatamente, para que a causa seja diagnosticada e, se necessário, o tratamento iniciado.

Leia também: 10 sinais que podem indicar que você tem burnout

Prevenção

Toda mulher que tem ou já teve vida sexual deve fazer periodicamente o principal exame preventivo, o papanicolau. Outra forma de evitar a doença é o uso de preservativos durante a relação, diminuindo o risco de contágio pelo HPV que ocorre por via sexual.

Além disso, existe vacina contra o HPV sendo a principal forma de prevenção. Atualmente, o SUS disponibiliza gratuitamente as vacinas para meninas e meninos de 9 a 14 anos.

Dezembro Laranja: reforce os cuidados com a sua pele!

A campanha Dezembro Laranja visa conscientizar com os cuidados contra o câncer de pele devido a chegada do verão

“Moro em um país tropical, abençoado por Deus e bonito por natureza.” Como na letra da música de Jorge Bem Jor, o Brasil é um país abençoado pelo clima tropical e com luz solar abundante praticamente o ano inteiro. A luz do sol é importante para a nossa saúde e bem-estar, sendo a principal fonte de vitamina D. Entretanto, como em muitas coisas na vida, a chave está no equilíbrio.

A exposição solar excessiva pode ter consequências graves como o desenvolvimento do câncer de pele. Esta doença é caracterizada pelo crescimento descontrolado e anormal das células da pele.

Diante desta realidade, a Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD) escolheu dezembro, um mês que simboliza o início do verão no hemisfério sul, para lançar a campanha Dezembro Laranja. Esta iniciativa não apenas enfatiza a importância da prevenção e detecção precoce do câncer de pele, mas também lembra que os cuidados com a nossa pele vão muito além do uso regular de protetor solar.

Junte-se a Affix nesta campanha, leia nosso conteúdo de Blog e saiba mais sobre essa doença que atinge milhões de brasileiros. Lembre-se: a sua pele é a sua história. Proteja-se!

Leia também: Vitamina D: como aumentar sua ingestão para uma vida mais saudável

O que é o câncer de pele?

O câncer da pele é o câncer mais comum entre os brasileiros, representando 33% de todos os diagnósticos da doença. Ele é provocado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele e pode ser subdividido em diferentes tipos:

 

Affix Blog - Dezembro Laranja - Diferentes tipos de câncer de pele

Fonte: Sociedade Brasileira de Dermatologia

Tipos de câncer de pele

De acordo com o Instituto Nacional do Câncer (INCA), as estimativas de incidência do câncer de pele não melanoma em 2020 foi de 176.930, sendo 83.770 homens e 93.160 mulheres. Já para o tipo melanoma a estimativa, neste mesmo período, foi de 8.450, sendo 4.200 homens e 4.250 mulheres. O câncer de pele mais frequente no Brasil é o não melanoma e corresponde a cerca de 30% de todos os tumores malignos registrados no país.

De acordo com o INCA, as diferenças entre esses dois tipos de cânceres de pele são:

– Câncer de pele não melanoma: é provocado pelo crescimento anormal e descontrolado das células que compõem a pele. Entre os tumores de pele, é o mais frequente e de menor mortalidade, mas se não for tratado precocemente pode resultar em remoções do tecido ou órgão, resultando em disfunção estética. Esse câncer de pele é representado por tumores de diferentes tipos, sendo os mais comuns o carcinoma basocelular, que é menos agressivo e afeta a camada mais profunda da epiderme. E o carcinoma epidermóide (ou espinocelular), que atinge as células escamosas, formadoras das camadas superiores da pele.

– Câncer de pele melanoma: tem origem nas células produtoras de melanina, substância que determina a cor da pele. Ele é mais frequente em adultos brancos e pode aparecer em qualquer parte do corpo, na pele ou mucosas, na forma de manchas, pintas ou sinais, sobretudo nas áreas mais expostas à radiação solar. Nos indivíduos de pele negra, ele é mais comum nas áreas claras, como palmas das mãos e plantas dos pés. É considerado o tipo de câncer de pele mais agressivo, por ter grande chance de se espalhar para tecidos e órgãos vizinhos, mas o prognóstico pode ser considerado bom quando detectado em sua fase inicial.

Fatores de risco

Alguns fatores podem elevar o risco de desenvolvimento do câncer de pele:

  • Ter alguém na família que tem ou já teve câncer de pele
  • Já ter tido muitas queimaduras de sol durante a vida, daquelas que deixam a pele muito vermelha e ardendo
  • Ter muitas sardas ou pintas pelo corpo
  • Ter a pele muito clara, do tipo que sempre queima no sol e nunca fica bronzeada
  • Já ter tido câncer de pele
  • Ter mais de 65 anos

Leia também: 6 dicas de cuidados para um verão mais saudável!

Como se prevenir

Apesar dos fatores de risco, qualquer pessoa está sujeitar a ter a doença. Por isso, a melhor maneira de se proteger do câncer de pele, das manchas e do envelhecimento precoce causado pelo sol é a prevenção.

– Aplique protetor solar FPS 30 ou maior diariamente.

– Use camiseta e chapéu.

– Não se esqueça dos óculos de sol com proteção UV.

– Evite sol entre 09h e 15h.

Sinais que indicam câncer de pele

Segundo o Ministério da Saúde, é possível utilizar o teste ABCDE para detecção do câncer de pele:

  • Assimetria: pintas com formas assimétricas, ou seja, uma metade é diferente da outra.
  • Bordas irregulares: lesões malignas apresentam contorno mal definido.
  • Cor variável: há presença de diferentes tipos de cores na mesma lesão (preta, castanha, branca, avermelhada ou azul).
  • Diâmetro: lesões que possuem tamanho maior que 6 milímetros.
  • Evolução: mudanças observadas em sua aparência e características como tamanho, forma ou cor.

Lembrando que essas regras não substituem a avaliação médica especializada. Caso observe alguns desses sinais, procure um médico dermatologista.

Deixe a Affix cuidar da sua saúde

O verão ainda não começou, mas você já pode fazer a diferença agora. Cuide da sua pele, da sua história. Sua saúde é importante. Proteja-se!

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Doação de sangue: tudo o que você precisa saber

Doar sangue é um ato solidário e que salva vidas! Confira no Blog da Affix tudo o que você precisa saber para realizar sua doação de sangue

A doação de sangue é um gesto de amor, um ato solidário, que transcende barreiras de idade, gênero e raça. E embora o ato de doar – que não costuma durar mais de 45 minutos – seja constantemente incentivado pelo Estado e pelas organizações de saúde, a parcela da população que se mostra adepta ainda é muito pequena.

Dados coletados pela farmacêutica Abbott, em 2021, apontaram que somente 19% dos brasileiros são doadores regulares. O levantamento destacou também que a falta de informação é um dos principais impeditivos para que 48% dos brasileiros não tenham o costume de visitar hemocentros.

Por isso, preparamos esse conteúdo com tudo o que você precisa saber para realizar sua doação de sangue. Lembre-se: ao doar sangue você não só ajuda aqueles que recebe o sangue doado, mas também acalma o coração daqueles que aguardam ansiosamente pela recuperação de seus entes queridos.

A importância de doar sangue

A doação é um gesto solidário de doar uma pequena quantidade do próprio sangue para salvar a vida de pessoas que se submetem a tratamentos e intervenções médicas de grande porte e complexidade, como transfusões, transplantes, procedimentos oncológicos e cirurgias.

O sangue também é indispensável para que pacientes com doenças crônicas graves – como Doença Falciforme e Talassemia – possam viver por mais tempo e com mais qualidade, além de ser de vital importância para tratar feridos em situações de emergência ou calamidades.

Vamos fazer nossa parte? A doação de sangue é totalmente segura, não dói e leva no máximo 40 minutos. Além disso, doar sangue não expõe o doador a nenhum tipo de risco, pois são utilizados equipamentos descartáveis. A doação de uma única pessoa tem a capacidade de salvar 4 vidas.

Leita também: Junho Vermelho – Doar sangue pode salvar vidas!

Como faço para doar sangue?

Podem doar sangue pessoas entre 16 e 69 anos e que estejam pesando mais de 50kg. Além disso, é preciso apresentar documento oficial com foto e menores de 18 anos só podem doar com consentimento formal dos responsáveis. Veja outros requisitos:

  • Estar em boas condições de saúde.
  • Estar alimentado. Evite alimentos gordurosos nas 3 horas que antecedem a doação.
  • Caso seja após o almoço, aguardar 2 horas.
  • Estar descansado. Ter dormido pelo menos 6 horas nas últimas 24 horas.
  • A frequência máxima é de quatro doações de sangue anuais para o homem e de três doações de sangue anuais para as mulher.
  • O intervalo mínimo entre uma doação de sangue e outra é de dois meses para os homens e de três meses para as mulheres.

Quais são os impedimentos temporários para doar sangue?

  • Gripe, resfriado e febre: aguardar 7 dias após o desaparecimento dos sintomas.
  • Período gestacional.
  • Período pós-gravidez: 90 dias para parto normal e 180 dias para cesariana.
  • Amamentação: até 12 meses após o parto.
  • Ingestão de bebida alcoólica nas 12 horas que antecedem a doação.
  • Tatuagem e/ou piercing nos últimos 12 meses (piercing em cavidade oral ou região genital impedem a doação).
  • Extração dentária: 72 horas.
  • Apendicite, hérnia, amigdalectomia, varizes: 3 meses.
  • Colecistectomia, histerectomia, nefrectomia, redução de fraturas, politraumatismos sem sequelas graves, tireoidectómica, colectomia: 6 meses.
  • Transfusão de sangue: 1 ano.
  • Vacinação: o tempo de impedimento varia de acordo com o tipo de vacina.
  • Exames/procedimentos com utilização de endoscópio nos últimos 6 meses.
  • Ter sido exposto a situações de risco acrescido para infecções sexualmente transmissíveis (aguardar 12 meses após a exposição).

Leia também: Olho seco e irritado? Veja como cuidar deles nessa onda de calor

Quais são os impedimentos definitivos para doar sangue?

Não podem doar sangue pessoas que passaram por um quadro de hepatite após 11 anos de idade, faz uso de drogas ilícitas injetáveis, tenham malária ou tenham as seguintes doenças transmissíveis pelo sangue: Hepatites B e C, AIDS (vírus HIV), doenças associadas ao vírus HTLV I e II e Doença de Chagas.

Passo a passo para realizar a doação

Para doar sangue, basta procurar as unidades de coleta de sangue, como os Hemocentros, para checar se você atende aos requisitos necessários para a doação.

  • Cadastro: É necessário efetuar cadastro em um dos locais de doação. No registro são solicitados dados como, nome, endereço e contato.
  • Pré-triagem: A pressão do doador é aferida, a altura, peso, frequência cardíaca e temperatura. Também é verificado a presença de anemia e a classificação sanguínea. Logo após, o doador recebe um lanche leve.
  • Triagem clínica: Nessa etapa o doador participa de uma pequena entrevista com um profissional de saúde, para garantir a sua segurança e de quem receberá o sangue. As perguntas são referentes a sua condição atual de saúde, seus hábitos e o uso de medicamentos. Se estiver tudo bem, o doador avança para a próxima etapa.
  • Hora da doação: A doação é realizada através da supervisão um médico ou enfermeiro. Ele verifica as informações impressas na bolsa de sangue antes de efetuar o colhimento. Após a doação, o doador recebe todas as orientações necessárias sobre hidratação e possíveis reações após a doação. Ele também recebe um lanche novamente para garantir que fique bem.

Quer doar sangue? Clique aqui e acesse a lista para procurar o hemocentro mais perto de você.

Como saber meu tipo sanguíneo?

Quando alguém sabe sua tipagem sanguínea facilita o trabalho dos médicos em uma emergência. Isso porque, em um acidente em que há necessidade de transfusão de sangue, não há tempo hábil para que o laboratório verifique esse dado.

Há 3 maneiras de descobrir seu tipo sanguíneo: ao realizar um exame de sangue, essa informação consta no resultado; ao doar sangue você consegue descobrir gratuitamente e com o exame específico de tipagem sanguínea.

Veja abaixo quem pode doar sangue para quem:

Affix Blog - Junho Vermelho - Tipos sanguíneos para doar sangue

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